Foto: Marcos Landim/RPC
Essa sexta-feira, dia 13, está agitada na fronteira do Paraguai com o Brasil devido à consequência de uma greve de caminhoneiros, que dura dias, naquele país. Como consequência, os motoristas brasileiros que necessitam cruzar a fronteira para o Brasil, não conseguem retornar e estão sendo altamente prejudicados. Eles estão também com medo de possíveis atos de vandalismo e assaltos.
Para estimar a amplitude da ação, o sindicato responsável pela representação dos transportadores de Foz do Iguaçu acredita que 4.000 a 4.500 caminhões não estão circulando, por dia. Por enquanto, não há um acordo.
Os transportadores do Paraguai exigem uma lei do frete que possua uma garantia mínima de pagamento para eles, ou seja um valor mais justo. Além disso, também é exigido a redução do preço do diesel, com a alegação de que esse está muito caro.
Cabe salientar que na região de Ciudad del Este (em português “Cidade do Leste”), atualmente, é a mais afetada, sobretudo com a falta de alimentos básicos, como o leite e até mesmo combustível. Estima-se que o prejuízo diário está em torno de R$ 2.000.000,00, sem considerar as mercadorias que não estão sendo entregues.